segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

batuqueiro

batuqueiro (Saltatricula atricollis)

Classe: Aves

Ordem: Passeriformes

Família: Thraupidae

Bonita ave com o bico alaranjado e o pescoço e garganta pretos. Possui cerca de 20 centímetros.
Ocorre em grande parte do centro-sul e nordeste do Brasil. Também no Paraguai e na Bolívia.

Habita áreas abertas, campos cerrados, campos cerrados e caatingas. Sua alimentação é baseada em frutos e artrópodes.

Se reproduz bastante, cerca de duas a três vezes ao ano. A fêmea deposita dois a três ovos, que demoram, mais ou menos, duas semanas para eclodirem.


Está fora de perigo de extinção. 

Fontes:

www.wikiaves.com

www.iucnredlist.org

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Temenis laothoe

Temenis laothoe
Classe: Insetos

Ordem: Lepdoptera

Família: Nymphalidae

Cada vez mais tenho vontade de tirar fotos de borboletas e mariposas (Butterflywatching?), mas é muito difícil achar informações sobre ambas. Mariposas, então, nem se fala. Até descobrir qual a espécie é complicado. A grande maioria das identificações de lepdopteros que tenho agradeço à professora  Dra. Rosamary Vieira e ao Dr. Márcio Uehara.

Não é diferente com a Temenis laothoe, espécie tropical, cuja distribuição inclui Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Guiana Francesa, Costa Rica, El Salvador, Honduras e México.

Habita áreas florestais. A foto foi tirada na margem de um igarapé bem longe da cidade de Tefé (cerca de 15 km de estrada de asfalto, mais uns 5 km mata adentro), mas próximo a comunidades e roçados.

Adultos se alimentam de néctar e plantas em decomposição. Dentre as plantas hospedeiras das 
lagartas, estão algumas das famílias Malpighiaceae e Sapindaceae.

Fontes:


http://www.amazonian-butterflies.net

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Taygetis cf sosis

Taygetis cf sosis
Classe: Insecta

Ordem: Lepdoptera

Família: Nymphalidae

Mais uma borboleta com pouca informação. Ocorre do sul do México ao Brasil, Peru e Suriname.
De acordo com o estudo encontrado, Taygetis sosis, assim como alguns de seus congêneres, costuma se associar em áreas com grande quantidade de cipós e lianas, provavelmente seguindo a distribuição de suas plantas hospedeiras e que servem de alimento para os adultos.

As espécies do gênero costumam utilizar gramíneas como hospedeiras.

Fontes:



Effect of Tree-Fall Gaps on Fruit-Feeding Nymphalid Butterfly Assemblages in a Peruvian Rain 

Forest – 2013 - Sylvia Pardonnet, Harald Beck, Per Milberg and Karl-Olof Bergman

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

sagui

sagui (Saguinus pileatus)

Classe: Mamíferos

Ordem: Primatas

Família: Callitrichidae

Na bibliografia mais antiga essa espécie é considerada como subespécie de Saguinus mystax (S. m. pileatus). S. pileatus ocorre ao sul do rio Solimões e a oeste do rio Purus. É bastante comum na região de Tefé, ocorrendo, inclusive, em áreas urbanizadas. Sempre observamos no campus do Instituto Mamirauá, localizado na margem direita do lago Tefé, sempre em grupos (ambas as fotos). Já observei, também, em buritizais na beira da estrada da Agrovila e em ramais de terra firme, em fragmentos florestais mais preservados.

Possui a região labial de coloração branca e um topete alaranjado bastante característico. O dorso é escuro, com listras acizentadas.

Assim como outras espécies do gênero, são generalistas, se alimentando de insetos e frutas (o indivíduo sozinho da foto estava se alimentando de mangas junto ao grupo dele). São diurnos. 
Ocupam o estrato médio e alto das árvores, mas é possível observá-los frequentemente no solo.

Está fora de perigo.

Fontes:

A taxonomic review of the titi monkeys, genus Callicebus Thomas, 1903, with tht description of two new species, Callicebus bernhardi and Callicebus stephennashi, from brazilian Amzonia – Neotropical Primates, 2002 - Marc G. M. van Roosmalen , Tomas van Roosmalen , and Russell A. Mittermeier

www.iucnredlist.org

Mammal of the Neotropics (The Central Neotropics) – John Eisenberg e Kent Redford 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

gavião-bombachinha-grande

gavião-bombachinha-grande (Accipiter bicolor)

Classe: Aves

Ordem: Accipitriformes

Família: Accipitridae

Seu nome vem do latim “accipiter” que significa “gavião” e “bicolor”, duas cores.  Possui entre 200 e 250 gramas de peso e mede entre 30 a 42 centímetros.

O adulto é cinza com as penas das pernas alaranjadas. Os jovens, como boa parte dos accipitrideos, possui o ventre rajado e o dorso mais escuro (o indivíduo da foto é um jovem).

Possui ampla distribuição, ocorrendo do México central ao Uruguai, Bolívia e Paraguai. Também ocorre no centro-sul do Chile e oeste da Argentina. No Brasil inteiro.

Embora considerada uma espécie predominantemente florestal, também habita áreas abertas, como o Pantanal (a foto foi tirada na Fazenda Xaraés – pantanal sul-matogrossense, em uma árvore isolada no campo).

Accipiter bicolor é carnívoro, se alimentando de vertebrados como aves, pequenos mamíferos e répteis.

As fêmeas depositam cerca de quatro ovos, incubados entre 33 e 37 dias. Macho e fêmea tem funções distintas: o primeiro traz alimento enquanto a segunda incuba os ovos. Os filhotes seguem dependente dos pais por, mais ou menos, dois meses.

Para ouvir o som da espécie, acesse: http://www.xeno-canto.org/species/Accipiter-bicolor

Está fora de perigo de extinção.

Fontes:

www.wikiaves.com.br


www.birdlife.org

www.xeno-canto.org

sábado, 28 de janeiro de 2017

Stalachtis cf euterpe

Stalachtis cf euterpe

Classe: Insecta

Ordem: Lepdoptera

Família: Riodinidae


Não há muita informação sobre a espécie. Ao que parece, ocorre das Guianas à Amazônia meridional. Presumo que, assim como seus congêneres (também com pouquíssimas informações), habitam florestas e áreas urbanas e se alimentam de néctar, quando adultos.

A foto foi tirada dentro de casa, em Tefé/AM

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Dryadula phaetusa

Dryadula phaetusa
Classe: Insecta

Ordem: Lepdoptera

Família: Nymphalidae

Os machos da espécie possuem a coloração mais alaranjada e listras pretas mais escuras do que as fêmeas. Possuem quase 10 centímetros de envergadura.

Os ovos são depositados no pecíolo ou nas folhas. As larvas se alimentam das folhas, muitas vezes de plantas como os maracujás (Passiflora). Essas larvas costumam construir um tipo de abrigo, em defesa de predadores, como formigas. Os adultos se alimentam de néctar.

Habitam ambientes abertos, em áreas de campos e brejos. A foto foi tirada na comunidade do Caburini, na margem esquerda do rio Japurá. Assim como a foto ilustra, os adultos se agrupam em pequenos grupos.

Ocorre do México ao sul do Brasil e Uruguai.

Fontes:

Morfologia externa dos estágios imaturos de heliconíneos neotropicais: VII. Dryadula phaetusa (Linnaeus) (Lepidoptera, Nymphalidae, Heliconiinae) – Revista Brasileira de Entomologia, 2008 - Denis S. da Silva1 , Lucas A. Kaminski2 ; Rafael Dell’Erba3 & Gilson R. P. Moreira